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Esta seção é reservada para que o cicloturista, a convite da Equipe Pedal Serrano, relate sua aventura, a fim de dividir suas experiências com outros, e também incentive outros cicloturistas à viverem suas próprias experiências.  

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01/02/2009

Em agosto de 2007, durante visita a Adventure’s Fair, eu Eugenio Bassi e meu filho Rodrigo, conhecemos o Rodrigo Telles do Clube de Cicloturismo do Brasil, que nos convidou à participar do VI Encontro de Cicloturismo em São Roque. Ali teríamos 4 dias com passeios e palestras, que nos levariam a começar a dominar a arte de pedalar e graças ao pessoal a conhecer como fazer manutenção de bicicletas. Arte de pedalar não é só empurrar o pedal da bicicleta; é conversar, conhecer, trocar experiências, admirar as paisagens, pessoas e coisas, enquanto a coxa arde, a mão formiga, a batata da perna trava, o joelho range, etc...

Lembro-me de ter comentado, ao fim do Encontro, com a Eliana Garcia, do Clube de Cicloturismo, que aqueles 80km que havíamos pedalado em 4 dias, era mais do que havia pedalado em toda minha vida.

Citei o Encontro, pois foi ali que descobri que o impossível (pedalar kms num só dia) era possível. Então, decidimos (meu filho Rodrigo, de 14 anos e eu) fazer uma viagem independente, daquelas com “alfajorges” (apelido dado aos alforges) carregados com todas as “tralhas” necessárias para cumprir um trajeto, mas, achamos melhor que fosse com paradas em Pousadas ou Hotéis e não em barracas, pois seria a 1ª viagem. Iniciamos a preparação em dezembro, adquirindo as tais“tralhas” para fazer o Velotur (uma espécie de Audax na parte baixa do Circuito Europeu).

Em janeiro, chegamos a estudar uma viagem de alguns dias por trilhas na região da Serra da Bocaína, passando por Cunha e descendo a serra de Paraty; foi quando ficamos sabendo do Velotur e adotamos a idéia. A partir desse momento a sala de casa virou uma oficina de bicicleta 24 horas, havia ferramentas, panos, óleos, peças usadas e novas, espalhadas por 4 sofás, além de roupas, lanterna de cabeça, sacos estanques, etc...

Lembro que na última semana comprei uma sapatilha que iria usar pela 1ª vez no Velotur, pois nunca havia usado uma.

Faltando dois dias, resolvemos colocar tudo que havíamos separado, nos alforges. Como não tínhamos experiência, fui buscar as informações necessárias com os cicloturistas mais experientes do Clube de Cicloturismo do Brasil. Tínhamos um conjunto de alforges com três sacolas de 25 litros cada, para uma só bike, colocando toda a roupa, do Rodrigo e a minha, peças sobressalentes das bikes, remédios, capas, alimentos, etc... chegamos a um total de 28 kg. Para levar os alforges era necessário adquirir bagageiros. Como gastamos além do previsto, chegamos a conclusão que deveríamos usar o mais barato, mesmo sendo de ferro, mas para isso teríamos que fazer algumas alterações. Para a bike do Rodrigo (Sundow extreme 4000 ano 2007 quadro full  preta), adaptei a parte, que prendia no canote, o parafuso do freio e pintei de preto. Na minha (uma “monstrocicleta” com quadro rígido de alumínio) apenas pintei de preto, na instalação tive que prender o bagageiro no parafuso blocante do eixo traseiro, por sugestão do Roberto Lima (pedalserrano.com) levei 2 parafusos blocantes para o caso de não agüentar.

Tínhamos decidido não fazer o circuito inteiro, pois levaríamos entre ir à Santa Catarina e voltar a São Paulo, 9 dias e, não queríamos separar a família por tanto tempo, já que minha esposa Maria Lúcia e minha filha Juliana ficariam em São Paulo.

Sempre soube que a expectativa era o melhor da viagem, mas para esta era tanta, que na sexta-feira (01/02) quase não dormimos, sábado saímos às 6:00h para pegar o início da BR-116 já com luz do dia, pois sabíamos por um amigo que acabara de voltar do Sul que havia muitos buracos e dos grandes. Acho que da próxima vez iremos de ônibus, é mais tranqüilo e você chega descansado. Quem fez, levou de 8 à 9 horas , enquanto demoramos 13 horas, por causa de acidentes e trânsito.

Chegando em Timbó, por volta das 19h,  reconheci a Sueli Felizardo correndo a pé. Brincando  ofereci carona, ela não aceitou. Como não conhecíamos o local demos várias voltas para chegar ao hotel e numa dessas encontramos novamente a Sueli. Como sabia que não iria querer carona apenas buzinei e acenei. Mais tarde ela me falou que naquele momento estava perdida. E a carona seria bem-vinda ao Hotel Colonial.

Chegamos, demos entrada no Hotel  onde fomos muito bem atendidos. Tomamos um belo banho  e corremos para o restaurante Tapyoca onde estava marcada a confraternização para aqueles que fariam o Velotur. Lá estavam: Eliana Garcia, Rodrigo Telles e Walter Magalhães (todos do Clube de Cicloturismo); Sérgio, secretário de turismo de Timbó; Dimas (dono do Tapyoca); Carlos Neckel (cicloturista de Floripa, com quem já havia trocado e-mails, dias antes); Eduardo (de São Paulo); Fernando (de São Caetano); Jorge (do Rio de Janeiro); e várias outras pessoas que iríamos conhecer no decorrer do percurso. O Geraldo (de Santos), Jorge e  Juliana, que tínhamos conhecido em São Roque, reencontramos no Hotel.

Após um lanche e algum “papo” retornamos ao hotel, de onde estaríamos saindo no dia seguinte, às 6:30h para encontrar o pessoal atrás do restaurante Tapyoca, onde fica a Consórcio Turístico Regional Vale das Águas e, onde seriam feitos as inscrições e distribuídos os passaportes do Velotur e do Circuito Vale Europeu, que deveriam ser carimbados durante o percurso para comprovação da conclusão dos trechos.

Tomamos um belo banho e caímos no sono por mais ou menos 1hora, então fomos procurar um lugar para comer, era por volta das 20h e só encontramos uma sorveteria aberta que também servia frango a passarinho e lasanha, onde encontramos alguns ciclistas inclusive a Sueli, que nos deu a honra de tomar um suco conosco.

Inicio do Velotour 2008 e Circuito Vale Europeu

1° dia :

O que chamamos de Velotur são os 3 primeiros dias do Circuito Vale Europeu, saindo de Timbó, passando em Pomerode, Indaial e finalizando em Rodeio. Segundo a planilha são 114,8 kms, distribuídos 45 kms, no 1º dia; 40,9 km no 2º e 28 km no 3º com tempo máximo de chegada nos PC’s.

Já passava de 8:30h da manhã e ainda haviam pessoas que estavam se inscrevendo para o Velotur, então reunimos um grupo e seguimos num ritmo tranqüilo. Num determinado ponto paramos numa ponte (coberta) que ficava sobre uma queda d’água. Acho que aqui aprendi como é bom refrescar-se após uma boa pedalada. Já tínhamos passado e carimbado o passaporte no 1º PC e paramos no 2º, onde descansamos e um grupo resolveu aguardar o sol diminuir para seguir viagem, mas o calor só aumentou. Fomos para a “perrenga”, subida de mais ou menos 4km com 1km bem puxado.

Dizem que tudo que sobe, desce, desta vez estava certa a máxima. Tivemos uma leve e longa descida e chegamos a Pomerode, na Pousada Max (nunca mais, ou seria, nunca Max). O lugar é bom, porém o atendimento deixou muito a desejar.

2° dia :

No dia seguinte carimbamos os passaportes e seguimos para Indaial, mas algumas “perrengas” cachoeiras e visual maravilhoso.

Chegamos cedo em Indaial, no hotel Finck. O atendimento foi fantástico, jogamos uma água nas bikes e as guardamos num salão que virou uma enorme garagem de bicicletas. Queríamos comer uma comidinha caseira, então, o Guga (surfista metido à ciclista) falou com D. Vera, que cuidava da cozinha, e pediu para fazer um arroz, feijão, bife, ovo frito (muito ovo frito), salada e batata frita. Todos os ciclistas que estavam no hotel se “refestelaram”. Acredito, que até o Geraldo, que havia comido um “sanduichizinho“, que de tão grande não cabia no prato, fez uma boquinha.

3° dia:

Quando estávamos nos preparando para sair, fomos presenteados por um sorteio de brinde do Hotel. Ganhei uma toalha e me senti na obrigação de devolver a que tinha pegado (rsss). Assim que terminou o sorteio começamos a sair e percebemos o pneu furado do Carioca (o dele era normal, o problema foi com o da bike).

A chegada em Rodeio concluía o Velotur. Fizemos uma foto (oficial) histórica com boa parte dos mais de 40 participantes. Despedimos dos que retornariam e seguimos para a Pousada do Zinco.

Neste 1º trecho, só via o Rodrigo quando parávamos, pois estava sempre na frente com a turma mais rápida e eu ficava com a turma mais lenta e carregada.

Como não havíamos conseguido Pousadas em Rodeio, fomos para Cachoeira do Zinco, que dista 30km de Rodeio.

Esse dia foi muito interessante, pois estávamos prontos para sair por volta das 8:30h, quando Jorge (carioca) notou que um dos pneus de sua bike estava vazio; sabíamos que dali para frente haveria muita dificuldade para encontrar bicicletarias e peças de reposição assim como instituições bancárias e, como havíamos visitado um bicicletaria em Indaial (a Pika-Pau’s) resolvemos Rodrigo e eu acompanha-lo até a bicicletaria, onde substituiria a câmara furada e compraria mais uma para qualquer eventualidade.

Isso nos tomou por volta de 40 minutos. Saímos num ritmo mais forte que o normal na tentativa de encontrar o restante do grupo. Somente conseguimos alcança-los no 1º Pc que ficava após a ponte pêncil. Acho que essa agitação e esforço demasiado já foram minando minhas forças logo cedo num dia em que seriamos postos à prova. Acho que isso foi um grave erro, pois houve um desgaste muito forte no dia mais longo e crítico. Neste dia faríamos 58km com uma subida na 2ª metade do trajeto de 8 km (dá-lhe “perrenga”) e depois de um sobe e desce mais 2km de “perrenga”. Já quase chegando na Pousada do Zinco, mais 2km de muita subida forte.

Foi nesse dia que decidimos continuar e concluir o Circuito, pois fazíamos parte de um grupo de mais de 20 pessoas, que já estava se tornando uma família e, mais do que isso, o trecho de Rodeio até Cachoeira do Zinco contempla a mais longa subida (8 km) de todo o Circuito, ou seja, para concluir o Circuito em outro momento teríamos que começar subindo os mesmos 8kms.

Esse trecho era o mais difícil de todo o Circuito e já fazia parte da planilha do 4º dia. Achei mais conveniente e lógico concluir todo o Circuito, pois dificilmente conseguiria um grupo tão grande, legal e companheiro para fazer a parte mais deserta do Circuito.

A chegada na Pousada do Zinco foi por volta das 20h, já era noite. Fomos muito bem recebidos pelo Sr. Egon e Dna. Margareth, foi muito legal a preocupação do Carlos, Renata e do Marcos conosco, pois esse momento da viagem “foi muito delicado” e, merece um comentário a parte.

Alguns ciclistas ficaram na casa da fazenda e, o “resto”, em três casas que nos faz lembrar “casa grande e senzalas”. Adivinhe se o Ro e eu não ficamos numa senzalinha, e foi junto com o Geraldo, Eduardo e o Carioca. Não consegui identificar quem roncava mais alto, mas antes do merecido sono tomamos um banho e fomos jantar numa construção denominada lanchonete.  Que jantar maravilhoso! Dna. Magda e Sr. Carlos nos aguardavam com um verdadeiro manjar dos deuses; de repente adentra o salão toda turma que estava na casa grande com champanhe para comemorar a façanha de termos alcançado a Pousada do Zinco. Muitas fotos, discursos emocionados e, não podia deixar de ser: cantamos parabéns para o Walter Magalhães, não sei o que acontecia, pois já era a 4ª ou 5ª vez só neste ano que participávamos de uma comemoração de aniversário dele (rsss).  Fomos descansar e combinamos sair mais tarde no dia seguinte já que o trecho seria menor e estávamos detonados.

4º dia:

Após um excelente café da manhã, seguimos para Dr. Pedrinho (este é o nome do local). Começamos a retornar os 8kms que havíamos nos afastado do Circuito e como chegamos à noite, fomos perceber a beleza do lugar conforme descíamos. É interessante lembrar que estaríamos retornando ao Circuito a 20,7km do ponto de partida do 4º dia (Rodeio), faltando então, 27km quase plano para chegar á Bella Pousada em Dr. Pedrinho, lugar muito bonito, uma grande planície recheada de plantações de arroz que podia ser apreciada numa rede da grande varanda da Bella Pousada. No jantar tivemos a presença de uma repórter alemã, que iria pedalar conosco no dia seguinte e colher material para uma reportagem sobre o Cicloturismo.

5º dia:

Apesar da ter chovido muito dias antes do início do Velotur, causando grandes estragos em Santa Catarina, não havíamos tomado nem uma gota de chuva. Até que ela chegou e durou quase o dia todo, manchando um pouco o visual de Alto Cedros, mas as represas da CELESC (Centrais Elétricas de Santa Catarina), as hortênsias, os ipês, e outras flores não se permitiram passar desapercebidas.

O acesso à casa da família Duwe é feita de bote com capacidade para 3 bikes, seus respectivos ciclistas e o barqueiro Sr. Raulino Duwe, que logo avisa pausadamente  “não deixem as bicicletas caírem, pois tem muitas árvores no fundo do lago e seria impossível recuperá-las”.Quase me esqueci, para chamar o Sr. Raulino era preciso tocar um gongo na beira da estrada. Quem não quisesse pegar o bote, tinha um acesso por terra de mais ou menos 5 kms.

A chegada na Pousada (casa da família Duwe) foi impressionante são 3 ou 4 casas onde nos acomodávamos conforme chegávamos. Haviam vários colchões espalhados pelo chão em vários cômodos e 1 banheiro e muita roupa pendurada já que pegamos muita chuva por quase todo o dia, tanto é que precisamos lavar as bikes com uma mangueira precária e jogar óleo na corrente para poder seguir viagem no dia seguinte. O jantar foi na casa do Sr. Raulino numa mesa onde ficamos todos juntos e para variar foi muito legal, muita piada, gozação, comida e bebida. Ache que a família Duwe não entendia porque ríamos tanto.

6° dia:

Neste trecho tivemos que nos preocupar com segurança. Quando terminamos de atravessar o lago, no bote da família Duwe, um carro de polícia rodoviária parou, demonstrando preocupação com o nosso grupo. No comentário que fizeram com o Walter e eu, alertaram para um acampamento do MST que estava um pouco mais à frente. Passamos a uma distância que pudemos vê-los e com isso não tivemos problemas, mas, mesmo assim achamos melhor manter o grupo unido até passar esse trecho.

Logo em seguida, mesmo tomando cuidados de segurança, ou seja, usando capacete, luvas e óculos, numa descida, após uma parada para reagrupar, uma pedra, jogada pelo pneu de algum ciclista, atingiu o olho do Rodrigo (meu filho). Limpei e pinguei um colírio e nos preparamos para na próxima parada em Palmares, procurar um colírio mais adequado. Acredito que esse “acidente” ocorreu, porque ao parar, o Rodrigo tirou os óculos, e na saída, esqueceu de colocá-lo novamente.

Quando chegamos em Palmares, ficamos sabendo que a farmácia mais próxima estava há 40km da Pousada, e naquele momento a dor já havia passado e o olho já não estava tão vermelho, continuou usando o colírio que tínhamos.

Esse trecho é longo, ou pareceu ser por causa da chuva. A minha bike começou a travar a corrente. Achei que estava com problema de câmbio. Depois o Roberto Lima (pedalserrano.com) me disse que nesses casos, emergência, é melhor encher a corrente de óleo, pois, o excesso de água e terra, pode travar a corrente na coroa.

Tivemos que cruzar dois rios, e lembro-me que num deles o Rodrigo (meu filho) me aguardava na outra margem para dar dicas para que atravessasse pedalando. Como consegui, apesar do excesso de carga, tomei o lugar dele, e fiquei para ajudar outros  ciclistas que teriam que cruzar o rio, assim pode seguir adiante com os outros que estavam à frente.

Houve um momento entre Alto Cedros e Palmeiras em que os 2 litros de água que normalmente levava acabou e não havia nenhum lugar para repor, então comecei a procurar nas poucas casas que haviam por lá, alguma torneira externa que pudesse utilizar e com isso fui ficando para trás e acho que fiquei por último sem me dar conta. Quando após encher a minha bolsa de hidratação vi o Fred retornando, é isso mesmo, voltando para me procurar, lembre que ele e eu estávamos disputando para ver quem estava mais carregado, esta foi mais uma demonstração de companheirismo, pois ninguém tinha a obrigação nenhuma com ninguém, mais a gente queria que tudo corresse bem para todos. Valeu Fred !!!!

Tivemos mais um jantar em “família” que se estendeu para um bate-papo mais longo, até que fomos nos recolher.

7° e último dia:

Garoa, ou seria tristeza de dentro para fora da gente? Estava chegando ao fim a “odisséia”, já não tínhamos mais pressa.

A cada pedalada, um adeus, a cada cena... e que cenas !!! quase uma lágrima. Também não era tanta tristeza assim, tínhamos uma super descida para fazer, praticamente um Down Hill, e fomos muito rápido, muito bom e de repente... faço uma curva e vejo várias bikes no chão, inclusive a do Rodrigo, o coração foi “a mil”, mas estavam apenas consertando o pneu da bike do Jorge Blankuer.

Seguimos até o final da rampa sabíamos que após a descida tínhamos que virar à esquerda, mas a Pink e eu viramos à direita, pois, ela queria uva e comprar pilha para a máquina fotográfica.

Nesse momento, alguém achou que estávamos indo para o lugar errado e o Geraldo foi atrás para nos avisar. Porém, entramos num mercado e não nos viu e seguiu subindo uma serra a nossa procura. Minutos depois, como sabíamos que não pararia até nos encontrar, achei melhor pedir socorro para um grupo de jipeiros.

Prontamente, um  seguiu atrás dele para pedir que voltasse. Ficou  impressionado de como o Geraldo já estava longe.

Fomos chegando a Timbó e reunindo o grupo. Recordo que paramos todas as bikes uma ao lado da outra num bar. Fotos, algumas negociações, pois  o “carioca” queria comprar a bike de um bêbado. Seguimos em fila até o Tapyoca. Foi uma festa com chopp por conta do Dimas.

Faltou agradecer para minha filha e minha esposa pela compreensão e ao meu filho por ter me dado a oportunidade de estar ao seu lado.

Agradecer também aos amigos ciclistas e em particular à Eliana e Rodrigo, do Clube de Ciclo do Brasil por proporcionarem o Velotur e também divulgarem o cicloturismo.

Peço desculpas caso tenho esquecido de citar o nome de alguém mas todos foram muito importantes nessa viagem.

Pontos Importantes

De Indaial para frente não há Banco, somente Banco Postal (Bradesco no Correio) e Caixa Aqui e lojas, que abrem às 9 horas.

As Pousadas não aceitam cartão de crédito e, em alguns casos, nem cheque. 

A última bicicletaria encontra-se em Indaial (dica Pika-Pau’s) próximo ao Hotel Finck.

Em Dr. Pedrinho pode-se comprar pneus de bikes em mercearia na entrada da cidade.

Pousada do Zinco é uma extensão do Circuito que vale a pena visitar e como Dr. Pedrinho e Alto Cedro merecem um dia a mais de visita.

Extras: Algumas pessoas não fizeram todo o Circuito mas foram muito importantes para o grupo e principalmente pra mim: o Sérgio (Secretário de Turismo de Timbó), Wilson (Timbó), a Turma 100 Limite (de Blumenau) e o Dimas (Tapyoca).

Eugenio H. Bassi

 
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